A PESCARIA VOL III

Contado por paulo jeronimo há 3 anos atrás em Heterosexuais

No dia seguinte, pescamos logo pela manhã e alguns colegas foram passear na cidade. Eu fiquei e fui visitar dona Izabel. Quando cheguei lá percebi que tinha chegado tarde nesse dia, pois, meu amigo que junto comigo fodeu dona Izabel, já estava lá e se preparando pra sair com ela.

Nos cumprimentamos os três e eles saíram. Então eu fiquei lá conversando com a mãe de Eu disse a ela que tava adorando estar metendo nela com tanto prazer e que gostaria de foder o rabo dela, então ela assustou-se, disse que nunca tinha dado o rabo e que tinha certo receio, mas, eu lhe disse que não tivesse receio, pois, eu meteria com cuidado e carinho e que se doesse eu pararia.

Continuei acariciando ela bem gostoso com a pistola ainda na bucetinha latejando gostoso até que ela topou meio ressabiada, mas topou. Então eu metia cabeça da pistola dentro dum pote de margarina que estava na mesa da cozinha, voltei pra ela e mandei que ficasse de quatro com a bunda voltada pra mim.

Alisei aquela bundinha gostosa acariciei o cuzinho dela e sentia que ela se arrepiava toda, piscava o cuzinho com medo, mas, não tive pressa até que comecei enfiar o dedo no rabo dela e ela gemia gostoso.

Passei a meter dois dedos, girava-os dentro do rabo dela ouvia aquele gemido convidativo e enfiava. Quando percebi que ela empurrava a bunda pra trás, contra o meu dedo eu botei a cabeça da pistola no cuzinho dela e comecei meter devagarinho.

Assim que a cabeça começou entrar ela gritou, eu parei e fiquei uns instantes com meia cabeça no rabo dela e tornei e empurrar com força e ela gemeu mais alto, empurrei, empurrei e ela gemia até que a cabeça entrou e eu ouvi o berro mais gostoso.

Ela fazia careta de dor que sentia e eu ali com a cabeça no rabo dela latejando, parada, esperando oportunidade e empurrar mais pistola. Enquanto aguardava, acariciava as coxas dela, a bunda, os peitos, enfiava dedo na boca dela, uma delicia.

Quando percebi que ela estava mais relaxada segurei-a pela cintura e meti a pistola com força entrando gostoso, ela gemia, eu empurrava, tava indo tudo. Meti toda pistola devagar sentindo o rabo dela apertando meu cacete uma delicia. Então comecei bombar devagar pondo e tirando pondo e tirando e ela foi se acostumando e gostando, pois, gemia já de prazer.

Comecei meter mais rápido sentindo o cuzinho dela lacear na minha pistola até que comecei cavalgar aquele rabo gostoso. Fodi até não agüentar mais segurar e enchi o rabo dela de porra, tanta porra que parecia ser a primeira foda do dia e ela também gozava gostoso dando o cu pra mim. Ela estava gostando e eu adorando.

Segurei-a pela cintura e mandei pistola naquele rabo gostoso de foder. Metemos muito e o rabo dela não mais oferecia resistência pro meu cacete. Depois que gozei fiquei engatado nela um tempo pistola cansada, mas sem querer tirar do rabo dela então eu a coloquei sentada no meu colo com a pistola dentro e ficamos ali conversando por alguns minutos.

Algumas vezes ela se mexia no meu cacete, rebolando sentindo o rabo preenchido e dizendo mete querido mete. E metíamos ali mesmo com ela apoiada no meu colo e eu fodendo de baixo pra cima, aliás, uma delicia e ela me disse que queria gozar mais, então tirei o cacete do rabo dela, fomos ao banheiro e ela lavou minha pistola na pia com muito carinho e voltamos a foder no sofá.

A peguei de quatro novamente fodendo a bucetinha dela soquei forte, firme até sentir ela relaxar e gozar gostoso e aumentei o ritmo da foda pra gozar também. Metia gostoso acelerava o ritmo, socava pistola toda na bucetinha dela até que gozei mais uma vez.

Abracei-me a ela por trás segurando firme em volta do corpo dela e meti gostoso socando com força. Nos cansamos, paramos fomos pro chuveiro tomamos um banho delicioso e ela gemia cada vez que passava água no rabo, mas feliz voltamos pro sofá e ficamos como dois amigos sentados conversando e nos acariciando com gosto, e eram quase duas horas da madrugada eu me despedi dela e voltei pro rancho cansado e de pernas bambas de tanto meter e gozar.

Entrei no rancho todos dormiam não fiz barulho me deitei e logo peguei no sono. Quando acordei lá pelas onze horas, todos já haviam saído, então me lavei, tomei um banho gostoso e fiquei na rede pensando em fazer algo para as duas bucetudas, antes de irmos embora.

Então tive a idéia de adiarmos nosso retorno e dar uma melhorada na casa das duas mulheres, conversei com os amigos e eles toparam, afinal, somos donos dos nossos narizes. Fomos a casa delas, pedimos licença e avaliamos tudo que precisaríamos fazer para deixar a casa delas bem bonita e aconchegante para elas.

Fomos pra cidade e compramos tinta reboque pinceis e começamos a reforma que durou dois dias trabalhando todos os oitos juntos. Remendamos tudo que tinha falha, pintamos com cores claras combinando com o teto branco, e, quando tudo terminou ficou algo extraordinário e elas adoraram.

Então elas disseram que fariam um bolo pra comemorar tudo e todos comeram com prazer. E como era apenas quarta feira, esticamos a estada até domingo. Deixamos a casa aberta um dia inteiro pra sair o cheiro de tinta e nesse dia elas não cozinharam, pois, nós nos propusemos cozinhar pra elas e foi um ótimo espetáculo.

Elas se divertiram muito e nós também. Em dado momento dona Izabel se atracou com o amigo que a tinha fodido e começou beijá-lo e então todos quiseram beijá-la também. Aí a coisa pegou fogo, pois a mãe dela estava comigo lá fora na beira do rio e me beijando gostoso de tão feliz, dizendo que eu era o novo homem da vida dela.

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